16
Mar 10
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Mar 10

Jogos Tradicionais - O Lencinho

Mais um jogo tradicional encontrado na net, vamos pôr os nossos filhos a brincar: 

Mais de seis crianças colocam-se em roda, com as mãos atrás das costas. Uma outra criança, escolhida anteriormente, corre à volta e por fora da roda feita pelos colegas com um lenço na mão. O centro da roda é o local de castigo: o choco.

Ninguém na roda pode olhar para trás, podendo apenas espreitar por entre as suas pernas quando o jogador com o lenço passa. Quando a criança que tem o lenço entender, deixa-o cair discretamente atrás de um dos companheiros da roda e continua a correr.

Se, entretanto, o colega da roda descobrir que o lenço está caído atrás de si apanha-o e tenta agarrar o outro que, continuando a correr, tenta alcançar o lugar que foi deixado vago na roda pelo primeiro. Se não o conseguir agarrar, continua o jogo, correndo à volta da roda e indo deixar o lenço atrás de outro. Se o conseguir agarrar, o que corria de lenço na mão vai de castigo para o choco, sendo a “pata choca”. No choco, tem de estar de cócoras.

Pode acontecer que a criança da roda não repare que o lenço caiu atrás de si. Se assim acontecer, a que corre, depois de dar uma volta completa à roda, alcança o lenço no local onde o deixou cair. Neste caso, passa o primeiro para o choco tornando-se a “pata choca”. A criança que corria com o lenço na mão continua, deixando cair o lenço atrás de outro.

Aquele que avisar outro que o lenço está atrás de si vai igualmente para o choco. Um jogador só se livra do choco quando um outro jogador para lá vai (no choco só pode estar uma “pata choca”). Também se livra do choco se conseguir apanhar o lenço caído atrás de alguém. Neste caso, esse alguém vai para o choco.

Embora seja mais difícil de acontecer, quem corre com o lenço na mão pode deixá-lo cair dentro da roda, atrás da “pata choca”. Esta deve apanhar o lenço, como qualquer criança da roda e perseguir o outro, saindo pelo buraco por onde foi atirado o lenço. Se apanhar o corredor, passa este para o choco. Se não o apanhar, continua o jogo com o lenço na mão, entrando o outro na roda. Se o corredor der uma volta inteira antes da “pata choca” ter apanhado o lenço, esta passa a dupla “pata choca” e deve levantar um braço. Se passar a tripla, deve levantar os dois braços e se passar a quádrupla, levanta os dois braços e uma perna. Este último caso é muito difícil de acontecer.

É vulgar que a criança que corre cante, repetidamente, uma das seguintes estrofe:

"O lencinho está na mão,
Ele cai aqui ou não,
quem olhar para trás
leva um grande bofetão.”
 ou

“ O lencinho vai na mão,
vai cair ao chão,
quem olhar para trás
leva um grande bofetão”

ou

“ Lencinho cai cai,
ele está para cair,
Quem olhar p'ra trás
leva um bofetão”

publicado por D. às 21:54 | comentar | favorito | partilhar
05
Mar 10

10 razões para o bebé dormir na cama dos pais

(Benefícios do Co-sleeping)

 

Mais um resumo de um artigo que li sobre os benefícios do co-sleeping.

 

1.        Diminuição dos níveis de stress da criança.
2.       As crianças que dormem com os pais são amamentadas mais vezes por períodos mais curtos, com mais benefícios em termos imunológicos.
3.        Diminui o risco do Sindrome de Morte Súbita, já que os bebés raramente atingem o nível III de sono, que tem mais riscos de surgimento de apneias, além de que os bebés tendem a imitar os padrões de respiração dos pais.
4.       O costume antigo de ter o berço do bebé no quarto dos pais e a nova moda de comprar bonecos que imitam o bater do coração, cantam e ressonam, não serão provas de que o co-sleeping é benéfico?
5.       A importância dada à auto-suficiência e independência das crianças na sociedade actual pode levar a pensar que o co-sleeping inibe estas características, no entanto, as crianças que partilham a cama com os pais são mais independentes. Têm melhor resultados na escola, tem maiores níveis de auto-estima e menos problemas de saúde. Quem pode ser melhor sucedido que uma criança que sabe que tem as necessidades satisfeitas e que não é deixada só à noite por longos períodos? Defende-se que a criança não entende porque é mimada durante o dia e deixada a chorar horas a fio à noite.
6.       Quando as crianças são deixadas a chorar à noite, os níveis de cortisol, uma hormona que regula o stress, aumentam. Levando a que a criança tenha problemas futuros em lidar com o stress, maior propensão a ficar doente e maior dificuldade em recuperar quando doente.
7.       Quando as crianças são deixadas a adormecer sozinhas, choram. Quando este comportamento pára, não quer dizer que as crianças tenham ultrapassado este comportamento, mas que se conformaram com o facto de que as suas necessidades não serão satisfeitas. Levando a que mais tarde, na adolescência, os pais não se possam admirar que os filhos não “contem” com eles.
8.       Também os pais tiram benefícios já que está provado que os mesmos dormem mais e melhor quando partilham a cama com os filhos.
9.       Alguns pais têm dificuldade em dormir com a criança na mesma cama, para eles, existem várias soluções como camas “sidecar” que satisfazem as necessidades dos pais e dos bebés.
10.    Quanto à privacidade do casal, no que respeita à sua relação sexual, a resposta está em ir para um local onde o bebé não esteja.
 
No entanto, o co-sleeping não é para todos, os pais alcoólicos e dependentes de drogas não devem dormir com os bebés...

 

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publicado por D. às 21:44 | comentar | ver comentários (3) | favorito | partilhar
05
Mar 10

Musica para cantar no carro bem alto...

publicado por D. às 00:07 | comentar | favorito | partilhar
02
Mar 10
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Mar 10

Renhaunhaus

Não, não adoptámos um gato...

Este fim-de-semana, resolvi fazer uma receita de bolo diferente e admito que escolhi esta por causa do nome...

Um tiro no escuro que até resultou bem. Por isso, resolvi partilhar a receita:

 

Farinha, açúcar e manteiga, 125g de cada

Ovos, 2

Fermento, 1 c.chá cheia

Raspa de limão, qb

Batem-se primeiro as gemas com o açúcar até engrossarem, a seguir com a manteiga amolecida em banho-maria, raspa de meio limão e a farinha peneirada com o fermento, batendo sempre até fazer bolhas. Envolve-se em claras em castelo e divide-se por formas de papel canelado, já dispostas num tabuleiro. Cozem-se em forno moderado.

 

Escusado será dizer que já não há... Ficaram deliciosos. Experimentem e digam-me como ficaram os vossos.

 

 

publicado por D. às 14:09 | comentar | favorito | partilhar
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