05
Fev 10
05
Fev 10

Os livros e as crianças

Lembro-me desde sempre de ter contacto com livros. A minha mãe sempre fez questão de nos comprar livros, preferia-os aos brinquedos. Mesmo antes de saber ler, a minha mãe dava-me 2$50 e mais tarde 5$00 para comprar uns livrinhos que havia na papelaria ao lado de casa. O meu marido teve uma experiência parecida, na infância.

 

Por isso, quando o Zé Pedro nasceu desde cedo começámos a comprar-lhe livros e desde bebé que está habituado a mexer-lhes. Quando, na escola, um amiguinho estraga um livro, conta-nos sempre com muita tristeza.

 

Hoje há tanta coisa que desvia a atenção dos nossos filhos dos livros, que continuo a achar que quanto mais cedo eles começarem a mexer neles, mais cedo eles se tornarão num amigo que se leva para todo o lado e que gostamos de partilhar com os outros.

 

Hoje, ao navegar na net, fui à página do Plano Nacional de Leitura e alguém colocava a questão de quando se deveria "incutir" os livros às crianças. Não concordo com o "incutir", acho que os livros devem ser apresentados às crianças como se faz com os amigos.

 

Há uma oferta enorme de livros infantis para todos os gostos e idades. Gosto especialmente dos primeiros livros que se tornaram amigos inseparáveis do ZP e que ainda hoje ele gosta de rever. São uns dicionarios por imagens muito simples que têm as páginas em plástico e que lhe comprei quando ele tinha uns 4 ou 5 meses e de cujas páginas limpei muita papa Cerelac...

 

 

publicado por D. às 00:00 | comentar | ver comentários (2) | favorito | partilhar
04
Fev 10
04
Fev 10

A Árvore da Montanha

Costumamos cantar esta canção quando fazemos uma viagem longa de carro... Claro que nem sempre respeitamos a letra e inventamos uma série de coisas que estão em cima da árvore da montanha...

 

            Refrão

A árvore da montanha a e i o u (4 vezes)
 
I
A árvore tinha um tronco
Ai, ai , ai que lindo tronco
O tronco, o tronco
Da árvore da montanha.
 
II
O tronco tinha uns ramos
Ai, ai , ai que lindos ramos
Os ramos do tronco
Da árvore da montanha.
 
III
Os ramos tinham folhas
Ai, ai , ai que linda folhas
As folhas dos ramos, do tronco
Da árvore da montanha.
 
IV
As folhas tinham um ninho
Ai, ai, ai que lindo ninho
O ninho, das folhas, dos ramos, do tronco
Da árvore da montanha.
 
V
O ninho tinha um ovo
Ai, ai, ai que lindo ovo
O ovo, do ninho, das folhas, dos ramos, do tronco, da árvore da montanha.
 
VI
O ovo tinha um pássaro
Ai, ai, ai que lindo pássaro
O pássaro, do ovo, do ninho, das folhas, dos ramos, do tronco, da árvore da montanha.
 
VII
Esse pássaro tinha uma pena
Ai, ai, ai que linda pena
A pena, do pássaro, do ovo, do ninho, das folhas, dos ramos, do tronco, da árvore da montanha.
 
VIII
Essa pena era azul
Ai, ai, ai que lindo azul
O azul, da pena, do pássaro, do ninho, das folhas, do tronco da árvore da montanha.                
publicado por D. às 00:01 | comentar | ver comentários (1) | favorito | partilhar
03
Fev 10

Os Jogos Tradicionais (3) - O Rei Manda

Para recordarmos mais um jogo tradicional da nossa infância.

Jogadores: 6 ou + crianças

Local: De preferência com parede ou muro, mas estes podem ser substituídos por um risco desenhado no chão.

 

Como jogar:

Sorteia-se a criança que será o Rei, que se deve colocar de costas para a parede. As outras crianças colocam-se lado a lado a uma distância grande do muro (cerca de 10 m).

O rei deve dar ordens de movimentação variadas que as outras crianças devem cumprir, tentando aproximar-se da parede onde está o Rei. Quem a alcançar primeiro será o novo rei.

As ordens devem começar por: "O Rei manda...", por exemplo: " Dois passos de gigante, um dois saltos a pé juntos para o lado, rodopiar, 3 saltos ao pé coxinh, etc." As ordens do Rei não devem ser intencionalmente impedir os outro jogadores de atingir o objectivo.

 

É um bom jogo para experimentar num piquenique em família.

 

Divirtam-se!!!

publicado por D. às 23:34 | comentar | favorito | partilhar
03
Fev 10

Falta de espaço...

Vinhamos no carro e o Zé Pedro estava a contar-me que tinha ficado triste porque os amigos lhe tinham dito uma coisa de que ele não gostou. E a conversa que tivemos foi:

 

Mãe: Quando os amigos dizem coisas que não gostas, não chores. Diz-lhes que não te interessa a conversa deles, que não achaste piada nenhuma e vens-te embora.

ZP: Ó mãe, não achas que isso é muita coisa? Não vês que não tenho espaço?

Mãe: Não tens espaço aonde?

ZP: Aqui em cima, mãe.

Mãe: Em cima do quê?

ZP: Ó mãe! No cérebro. Isso são muitas coisas para eu guardar...

publicado por D. às 21:39 | comentar | ver comentários (3) | favorito | partilhar